quarta-feira, 23 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Hoje acordei inteira, migalhas? Pedaços? Não, obrigada. Não gosto de nada que seja metade. Não gosto de meio termo. Gosto dos extremos. Gosto do frio. Gosto do quente. Gosto dos dedinhos dos pés congelados ou do calor que me faz suar o cabelo. Não gosto do morno. Não gosto de temperatura-ambiente. Na verdade eu quero tudo. Ou quero nada. Por favor, nada de pouco quando o mundo é meu. Não sei sentir em doses homeopáticas. Sempre fui daquelas que falam "eu te amo" primeiro. Sempre fui daquelas que vão embora sem olhar pra trás. Sempre dei a cara à tapa. Sempre preferi o certo ao duvidoso. Quero que se alguém estiver comigo, que esteja. Mesmo que seja só naquele momento. Mesmo que mude de idéia no dia seguinte.
Descobri que estava na hora de cair na real. Deixar de ser aquela garota, e colocar os pés no chão. Eu realmente senti que precisava crescer. Precisava bater de frente com aqueles meus problemas, não para vence-lós mas para pelo menos tentar. Tentar entender o que estava acontecendo e como superar tudo aquilo. E eu continuo assim, e vou continuar tentando enquanto puder. Por isso, encontre-se! Não espere que façam isso por você.
Preciso aprender a ser menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranqüilizar a alma. Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de pare bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre, me chama e eu vou com o coração na mochila, o lápis borrado, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou. Existe aí algum remedinho para não-sentir? [...] Quer saber? Existe. Existe e eu preciso. Preciso e não quero.
Eu lembro de cada momento com você, de cada sorriso, de cada brincadeira, lembro do jeito que você me chamava, do jeito que você fingia estar com raiva, de como nós eramos felizes. Hoje lembro da saudade que isso tudo deixa
São os pequenos detalhes que fariam a diferença na minha vida. Se pelo menos eles existissem, um sorriso na minha face não seria algo tão incomum. A motivação para seguir em frente foi embora, e por mais que eu a queira de volta, ela sempre irá contra a minha vontade. E ainda pensava que nunca ia desistir dos meus objetivos, mas a própria vida, destruiu as minhas expectativas.
Ela jogou a opção de sofrimento no lixo. Dispensou mágoas e abriu espaço para novas fases. Ela anda crescendo… mas não crescendo de altura. Crescendo de coração, crescendo de atitude. Ela anda desenvolvendo aquela garota que existia a muito tempo atrás. Aquela que não ligava pra nada, que não aceitava ser machucada. Ela está bem, agora. Ela está parando de se importar.
Toda garota sonha com um romance que dure por toda vida, mas nem sempre dá certo. Amar é muito mais do que meros carinhos e abraços, é preciso se entregar de corpo e alma, viver cada instante como se fosse o ultimo, fazer valer a pena. Flores, palavras bonitas, declarações, tudo isso faz qualquer garota se apaixonar, porém o que elas precisam realmente é de um menino que as dê proteção, que as conforte, e que esteja do lado dela mesmo depois que todos tiverem partido. Faça dela seu diamante, sua pedra preciosa, jamais as magoem, dói, dói demais um coração partido e se amanhã aquela doce menina se revoltar e deixar de ser doce, lembre-se: você é o culpado.
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